All things must pass

Segunda-feira, Janeiro 31, 2005

i'm just killing time
final de semana para relembrar. relembrar o que passou, relembrar meus cd's de mp3, relembrar meus amigos, o mormaço. ah, menino, tanta coisa.

continuamos vivendo la vida loca. cerveja gelada. cigarro. eu queria largar o cigarro. estava resistindo há três semanas. mas ontem. grrrr. tudo bem, vou continuar tentando. questão de saúde (lógico que eu não tenho um enfisema e nem câncer, mas é sempre bom prevenir) e de estética.

preciso organizar meus pensamentos. aliás, os pensamentos deviam ser como cd's. a gente organiza tudo numa caixa e depois vai selecionando pelos nomes na capa. it would be perfect.

agora estou aqui morrendo de fome, ouvindo radiohead (true love waits) e muito a fim de ir pra casa. mas o dia só tá na metade.

e obrigado ao orkut, por ter possibilitado que eu reencontrasse mais uma pessoa legal dos tempos do mirc. é sempre bom reencontrar pessoas legais do passado. só as legais. os malas eu passo.

Sexta-feira, Janeiro 28, 2005

we shared some ideas, all obsessed with fame
engraçado como os pensamentos mudam. antigamente, eu achava um saco sair com os meus pais. hoje em dia, acho o máximo quando a gente sai, toma uma cerveja e coloca o papo em dia. quando você passa muito tempo ao lado dos familiares, acaba não tendo muito saco para aturá-los, ou melhor, passar momentos ao lado deles.

mas quando você, assim como eu, só vê as pessoas da sua família de manhã e quando chega em casa, a coisa muda de figura. o mais legal de tudo, apesar da chatice da minha mãe em relação à minha filhota felina, é que tenho adorado a companhia materna. afinal, ela passou mais de um ano só vindo a belém nos fins de semana. e em muitos deles, malmente consegui dizer 'oi' , por causa da minha atribulada (cof cof) agenda social, que sempre inclui visitas à benfica city, idas ao café com arte, mormaço e eticetera.

mas ontem foi tudo tão legalzinho. fomos comer espetinhos no eky (vício maldito que adquiri lá com o ex-rapaz), tomar cerpinha e tagarelar. fiquei porre (dessa vez foi de sono) e voltei para casa com a missão de dar comida para a landa. aliás, a gata tá meio no cativeiro. ela fez caquinha no banheiro, bem ao lado do vaso sanitário e a dona da casa não gostou nada da história. e nem da landa ter tirado terra de um do vaso de uma mini-palmeira. mas as aventuras da gata são história para outro post. ;)

notem que o blog está evoluindo, agora temos uma galeria aí ao lado. e é isso.

Quinta-feira, Janeiro 27, 2005

today's fortune
eu adoro quando o orkut coloca essa mensagem no today's fortune:

Now is the time to try something new.

sempre.

e agora, uma música para alegrar o dia. deve ser tipo o dia dessa música. eu estava vendo mais você (sim, eu vejo e daí?) e tocou. estava ouvindo accu radio por tabela aqui com o elvis e tocou. deve ser um sinal.

entende?

Ain't no mountain high enough
listen baby ain´t no mountain high ,ain´t no valley low,
ain´t no river wide enough baby

If you need me call me
no matter where you are,
no matter how far (don't worry baby)
just call out my name.
I'll be there in a hurry
you don't need to worry

'Cause baby there
Ain't no mountain high enough
Ain't no valley low enough
Ain't no river wide enough
To keep me from getting to you babe

Remember the day
I set you free
I told you you could always count on me,darling
From that day on
I made a vow
I'll be there when you want me
some way,somehow

No wind,
No rain,

Or winter's cold.
Can stop me baby.
ooooh baby
Cause you are my goal
If you're ever in trouble
I'll be there on the double
just send for me
oooh baby
send for me oooh baby

My love is alive
Deep down in my heart
Although we are miles apart

If you ever need a helping hand
I'll be there on the double
just as fast as I can

You know that ;
they're ain't no mountain high enough,
ain't no valley low enough,
ain't no river wide enough,
to keep me from getting to you babe


(dois posts num dia só. yeah, yeah!)
i can't control my brain
teoricamente hoje deveria ser um dia calmo. mas ainda estou meio lesada. o troço todo passou. uma boa auto-sugestão é deixar quieto. de qualquer forma, tá tudo meio leso hoje. eu estou lesa, ok? troquei as bolas total de manhã cedo. estava vindo para o trabalho da tarde e de repente quando vi, estava na parada de ônibus indo para o trabalho da manhã.

volto para a parada certa, pego um ônibus e lá estava tocando música de igreja. e não tem ninguém nesse mundo que odeie mais música de igreja do que eu. grrrrr.

e é isso. aí embaixo tem uma foto da gata. só avisando para a ariel, que hoje à noite finalmente levarei a câmera na casa da anna margarida. relaxa, tá arielzinha?


essa é a landa quando chegou lá em casa.


p.s: é uma pena que ela já não esteja tão quieta assim.

Quarta-feira, Janeiro 26, 2005

só o silêncio ficou.
quando sentei para escrever este post, pensei em muita coisa. poderia escrever alguma introdução com uma explicação psicológica plausível para o que eu estou sentindo. mas não achei nenhuma explicação. nenhuma explicação mirabolante, nenhuma "paranóia delirante", nada do tipo.

quando sentei para escrever, pensei em tudo o que eu estou sentindo. pensei em descrever uma dor imensa, igual aquela que senti ano passado, quando aquele rapaz partiu para a terra do nunca. mas não é dor o que eu sinto. acho que a única palavra que consegue descrever é decepção.

num instante, o que há cinco dias parecia um recado nebuloso e estranho, passou a ser uma confirmação. de novo eu sou o marido traído. o triste papel do qual vivo tentando me desvencilhar, daí sempre colocar a sinceridade e a confiança como itens número um em toda e qualquer relação que vivo. da amizade ao amor. me disseram que eu deveria deixar de ser boa, que eu deveria me preocupar menos com os outros. que deveria deixar de ser boba e parar de me preocupar com quem não merecia.

o recado parecia tão estranho, naquele momento não fazia sentido. agora faz. a melhor explicação encontrada foi um 'não sabia como contar'. vontade de responder 'com a boca', não me faltou. explicações torpes e bobas surgirão. talvez me digam que quiseram me poupar. as pessoas sempre querem me poupar. acho impressionante isso. na verdade, deveria me gabar. sim, querem me poupar. poupam-me de sofrer, poupam-me de abrir os olhos e ver algumas figuras como elas realmente são. ou melhor, NÃO SÃO.

a melhor explicação é essa. eu quis te poupar. não entendo a natureza dessa psicologia. mas com certeza ela é falha e torta, simplesmente por não levar em consideração o sentimento dos outros. e quando me refiro a sentimento, não falo de amor. ou melhor, não falo de amor de homem-mulher e sim de amor fraternal, desse que a gente sente pelos amigos.

segundo o pai dos burros, amigo é "pessoa a quem se está ligada por afeição recíproca, companheiro, simpatizante, acolhedor" e mais um caralhal de definições que me fazem ter uma preguiça duca de escrever neste momento. o pai dos burros ainda diz que amizade é afeição, estima recíproca. ele também classifica confiança como "esperança firme em alguém, sentimento de segurança quanto à probidade da conduta de alguém, crédito" e mais outros duzentos e cinquenta sinônimos.

chegou-se ao ponto. a confiança (ou a falta dela) mina as relações. e eu achei que fosse mais decepcionante constatar que não existe confiança em um relacionamento amoroso do que numa amizade. isso tudo me leva a crer, que estou escrevendo a porra deste texto, essa lenga-lenga escrota do cacete e que não consigo chorar. seria mais fácil se eu chorasse, se eu mandasse todo mundo pra casa do caralho, se mandasse todo mundo tomar no cú. mas nem. não consigo. o nível de decepção tá meio alto.

na semana passada, quando a ariel esteve aqui, conversávamos sobre explosões em brigas. lembro-me bem, de estarmos sentadas no castanheira e a ariel divagando sobre a raiva. quando ela disse algo relativo a ficar puto, ser impulsivo e resolver as broncas no grito, até ri. a explicação da fada era boa, segundo ela, quando explodimos com alguém é sinal que haverá uma reconciliação. mas quando ficamos em silêncio em uma situação extremamente foda, é porque a coisa foi séria. e se eu, que sou a rainha do choro, a figura que chora quando a gata some, não derramei uma lágrima, não falei um caralho (descontando os do texto, óbviamente) e coisas do tipo, é porque a coisa foi séria.

e parafraseando suzana flag: só o silêncio ficou. o problema é que não tem vontade de chorar. quem conhece a música, sabe do que estou falando.

Terça-feira, Janeiro 25, 2005

piada quase interna
me rendi à hiprocrisia do "eu não sinto ciúmes". sim, é verdade. isso tudo faz parte do meu plano de comprar uma vaga no céu.

fiquei boa. desculpo os outros e até finjo que não sinto ciúmes. minha maior mentira mesmo é fingir que sinto ciúmes. entende isso? sentimento de posse ruim, sentimento do capeta.

mentira, tem uma mentira maior. a de dizer que eu gosto. e eu gosto só por gostar. nada além disso. e gostar por gostar é pobre demais. gostar só pra não ficar só, só pra ter alguém pra dar boa noite e perguntar como foi o dia.

eu minto muito mesmo. como diria aquela amiga: sou uma mintomaníaca.

Segunda-feira, Janeiro 24, 2005

i'm forever black-eyed
tudo o que eu queria era ter paciência e talento para lapidar um texto lindo. queria ter percepção para saber encaixar as palavras naquele ponto em que elas conseguem tocar o coração das pessoas. pretensão demais. por isso, reformulo o propósito. queria ter percepção para saber encaixar as palavras naquele ponto em que elas conseguem tocar o coração de alguém. o dele.

se tocasse o meu já valeria a pena. queria subverter os sentimentos. os meus e os dele. insisto em não usar o eu antes do verbo. deve ser vergonha. deve.

às vezes dá vergonha do eu. vergonha de sentir. preciso criar coragem. preciso colocar o eu na frente do verbo. preciso fazer acontecer essa vontade doida. não quero mais só ficar olhando. só ficar pensando.

"eu posso", "eu quero", "eu consigo". essas máximas são tão piegas. mas vão ser a resolução deste ano. juro que não vou mais ficar no canto, observando o jeito dele. juro.

Quarta-feira, Janeiro 19, 2005

auto-reverse
houve um tempo, em que eu vivia postando letras de músicas nos weblogs que escrevia. o costume foi pro saco. mas hoje, pensando bem, analisando tudo o que fiz, as conclusões diárias que tiro da minha vida, vale a pena ouvir essa música e colocar a letra aqui para lembrar de certos momentos e de certa pessoa. ;)

The Modern Age
Up on a hill, here's where we begin
This little story, a long time ago
Start to pretend, start pretending
It seems this game is simply neverending

Oh in the sun sun having fun, it's in my blood
I just can't help it, don't want you here right now
Let me go
Let me go go go go go go go go

Leaving just in time
Stay there for a while
Rolling in the ocean
Trying to catch her eye
Work hard and say it's easy
Do it just to please me
Tomorrow will be different
So I'll pretend i'm leaving


I feel so different now
We trained at AVA
I wish you hadn't stayed
My visions clearer now but I'm unafraid
Flyin' over seas, no time to feel the breeze
I took too many varieties

Oh in the sun sun having fun, it's in my blood
I just can't help it, don't want you here right now
Let me go, wooooooooo
Darling let me go go go go go go go go

Leaving just in time
Stay there for a while
Rolling in the ocean
Trying to catch her eye
Work hard and say it's easy
Do it just to please me
Tomorrow will be different
So this is why I'm leaving
a gata, de novo.
agora só vou falar da gata. então, senta, que lá vem história. no capítulo anterior, da série, que provavelmente se chamará diário da gata, vocês viram que fiquei uma noite sem dormir por causa da bichinha. estes dias a luta desta newbee no fabuloso mundo dos donos de gatos, está centrada no item alimentação.

minhas pesquisas no msn com outros donos de gatos, concluíram que é preciso ter muita paciência com estes bichos de espírito tão peculiar. a gata só come se eu estiver por perto. daí você conclui que ela anda comendo pouco. porque eu passo o dia todo na rua. bem que tentei fazer minha mãe e irmã ajudarem no trato com a bichinha, mas não houve muito acordo.

no entanto, ontem a gata ganhou uma coleira lilás-muito-guei da minha mãe. como disseram igor e karen nos comments, eu realmente trato a gata muito bem. bem até demais. aliás, todo mundo sabe que eu tenho um parafuso solto e que falo sozinha. pois bem: agora eu falo com a minha gata. simples, não? uni o útil ao agradável.

agora ela está lá em casa, provavelmente dormindo em cima de algum móvel. ou então, escondida debaixo de alguma mesa. se as duas tiverem bobeado, é capaz da gata estar em algum guarda-roupa. ela adora ficar no guarda-roupa. ela também a-d-o-r-a ficar escondida atrás do taz de pelúcia que tem no meu quarto. porra, que vidão tem essa gata...!

amanhã posto uma foto dela. preciso devolver a câmera da anna, antes que a ariel comece a pedir as fotos dela. ah, é, esqueci de falar que a ariel estava em belém. ;)

Segunda-feira, Janeiro 17, 2005

dog eat dog?
rá! agora eu tenho uma gata siamesa, que demanda mão de obra no trato. que é tratada como um bebê e que já até me fez chorar em uma das suas tentativas de se esconder em lugares inóspitos da minha casa.

o nome original dela é landa, mas como eu sou surda, juro que entendi a antiga dona dizer que ela se chamava lana. então, ficou lana. e como eu não viajo sozinha, minha irmã já chama a pobre da gata de lana do smallville. tem até sobrenome. calcula!

eu não dormi essa noite porque a bebê queria brincar. tive pena, mas expulsei o bicho do meu quarto. como diz aquele ditado: "dog eat dog", nesse caso, cat. mas tudo bem.

em breve fotos. aliás, em breve vou sacar tudo de areia para depositar caquinha e de ração para gatos.

e tenho dito.

Quarta-feira, Janeiro 12, 2005

unhappy birthday
no próximo aniversário de belém, quem usar textos clichês como "uma jovem senhora de x anos", "cidade morena, jovem senhora de xy anos", "velha cidade com alma jovem", "a união entre o novo e o velho" e afins, vai levar um tapa na orelha.

e sim, parabéns a nossa cidade porquinha e sujinha, que eu gosto tanto. cidade do engarrafamento ruim da almirante barroso e do entroncamento, dos ônibus made in baixada fluminense e das ruas alagadas após menos de meia hora de chuva. ;)

Segunda-feira, Janeiro 10, 2005

i may be crazy, little frayed around the ends
nunca mais tinha sentido esse furor de revoltas adolescentes. três dias contam, três dias mostram que a revolta comum da época das espinhas voltou para quem já tem vinte e tantos. sinto a pressão. ela vem de todos os lados. do lado do "não pode", do lado do "não deve", do lado do "suas escolhas estão erradas", do lado do "você não me ouve".

são muitos lados. poucos ouvidos. a paciência vai sendo testada aos poucos. é um exercício lento, que requer concentração para que não haja descontrole e nem exasperação. se utilizasse a ironia para tirar alguma lição do episódio, poderia pensar que esta é mais uma forma de comprar meu pedaço no paraíso. pode ser que seja. ou não.

queria poder fazer como os adolescentes que têm blogs. sair maldizendo tudo. "a vida é uma droga!", "a família é uma droga!", "a escola é uma droga!". pressão. sensação ruim de cobrança, de encheção de saco. de não ver os esforços compensados. mesmo que se tenha certeza de que não se faz esforço para ser reconhecido por ninguém. mas óbviamente, algumas vezes tudo o que você não precisa ouvir é que o que escolheu e acha certo, parece errado para os outros. mas é certo pra você, não? teoricamente isso devia fazer diferença. o que você acha certo.

nem sempre é. o tempo me ensinou a ouvir antes e depois falar. depois gritar. mas ultimamente a vontade é de inverter a ordem. de gritar, de não escutar nada.

viva a adolescência tardia.

é.

Quinta-feira, Janeiro 06, 2005

later alligator
eu tinha planos. janeiro ia terminar, ia acabar o frila e eu ia ficar de pernas pro ar. as aulas iam começar e eu só ia trabalhar de manhã. e ia dedicar as tardes ao estudo e ao pec, que ainda não sei se realmente fiquei. mas tudo isso mudou. e a idéia de ficar sem fazer nada foi pro espaço. enfim, adeus férias. the dream is over.

ok, essa frase é over.

tenho uma teoria certeira sobre profissões, ou melhor, sobre determinados profissionais. sempre acontece de ver isso refletido no ônibus, com o cobrador e no mercadito de perto da minha casa. sempre dou muita sorte de pegar ônibus com os cobradores mais educados da face da terra, daqueles domesticados na escola britânica de boas maneiras. os mais malas, os que fazem as caras mais feias, só o pior. a mulher que trabalha no mercadinho lá de perto de casa é uma ogra. se é que existe o termo, mas ela é.

não sei em que escola ela foi domesticada, ou melhor, ela não foi domesticada. quando ela dá o troco e você diz obrigada, ela vira a cara. se você pede pra ela abrir alguma exceção do tipo trocar cinquenta rebeldes ou trocar uma nota de dez em várias de um real, ela simplesmente diz que não dá, da pior forma possível.

tudo isso me leva a crer que quanto pior você é, quanto mais mala é no desempenho da sua profissão, pior pra você. por isso, sempre que o cobrador joga o dinheiro na minha mão, penso: 'deixaaaaaaaaaaa, ele vai continuar sendo cobrador!'. penso o mesmo dela. vai continuar sendo caixa do mercadito.

bem mala assim. :)

Terça-feira, Janeiro 04, 2005

try to take it slow
esse clima totalmente doido começa a influenciar a saúde. gripe. nariz entupido. dor de cabeça. bem vinda ao "inverno" amazônico, karla. hoje é quatro de janeiro e a gripe já me pegou.

a agenda nova me faz refletir que 2004 ficou para trás mesmo. o tema da agenda é paz. será que é só paz que eu quero? tomei uma decisão meio doida. saí da cultura e comecei num frila que talvez dure apenas um mês. depois pretendo só descansar. meio doido, mas é isso aí. sou imprevisível e sempre vai ser assim: se não estiver me agradando, vou pular fora.

para refletir um pouco:

um velho índio descreveu certa vez seus conflitos internos: dentro de mim, existem dois cachorros. um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. os dois estão sempre brigando...

quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: "aquele que eu alimentar".


uma vez usei não exatamente essa metáfora, mas a intenção era a mesma, para explicar certas atitudes. no entanto, na vida as coisas realmente funcionam assim, você escolhe quem vai alimentar. o cachorro mau ou o cachorro bom. a escolha é sempre sua. permita-me dizer que não estou nada benevolente esses dias. essa história do cachorro me fez perceber que tem muita gente que anda alimentando o bad dog por aí.