Sexta-feira, Setembro 30, 2005
Besta, besta
É amanhã. Terceira vez em 2005. Alegria demais pra fã.

Foto de celular sux.
***
Ainda sobre o VMB: Uma pessoa sã aqui. Aleluia!
Jack Johnson - Staple It Together
É amanhã. Terceira vez em 2005. Alegria demais pra fã.

Foto de celular sux.
***
Ainda sobre o VMB: Uma pessoa sã aqui. Aleluia!
Jack Johnson - Staple It Together escrito às 9:02 PM
VMBosta
Será que eu sou a mais ranzinza? Ontem resolvi ver o VMB, afinal vários artistas que curto como o Nervoso e o Autoramas estavam concorrendo. Mas achei... uma merda. Não tudo uma merda (Autoramas ganhando foi legal, o Scandurra com a voz embargada ganhando o primeiro troféu VMB da carreira e o Selton Mello - ah, o Selton Mello - pausa para o suspiro), mas boa parte. De manhã no trabalho, o assunto era a premiação. E mesmo as pessoas boas de coração, que trabalham comigo acharam tudo uma porcaria.
Então, resolvi ver sites para checar se era chatice minha e do pessoal. Nenhuma linha criticando nada (o Globo Online teve a cara de madeira de dizer que a 'MTV Brasil fez sua melhor premiação' - agora imagina a pior), todo mundo achou lindo. Não achei, e mesmo os Hermanos (meus queridos de sempre) fizeram uma apresentação sorumbática (o Amarante tava com mais sono que eu, para não dizer outra coisa). Das duas uma: ou eu sou muito ranzinza ou esses caras desses jornais tão tudo lélé da cuca. A Pitty eleita ídolo MTV também foi sensacional (cof, cof). Tirem os adolescentes do computador, não os deixem votar nessas premiações. Me lembrei da Aline nessa hora: "Eu senti vergonha por eles..."
E alguém me diga o que foi o Marcelo D2 dizendo que odeia MPB? Deve ser porque ele canta música impopular brasileira. Só pode. :]
Los Hermanos - Horizonte Distante (Ao vivo em Porto Alegre)
Será que eu sou a mais ranzinza? Ontem resolvi ver o VMB, afinal vários artistas que curto como o Nervoso e o Autoramas estavam concorrendo. Mas achei... uma merda. Não tudo uma merda (Autoramas ganhando foi legal, o Scandurra com a voz embargada ganhando o primeiro troféu VMB da carreira e o Selton Mello - ah, o Selton Mello - pausa para o suspiro), mas boa parte. De manhã no trabalho, o assunto era a premiação. E mesmo as pessoas boas de coração, que trabalham comigo acharam tudo uma porcaria.
Então, resolvi ver sites para checar se era chatice minha e do pessoal. Nenhuma linha criticando nada (o Globo Online teve a cara de madeira de dizer que a 'MTV Brasil fez sua melhor premiação' - agora imagina a pior), todo mundo achou lindo. Não achei, e mesmo os Hermanos (meus queridos de sempre) fizeram uma apresentação sorumbática (o Amarante tava com mais sono que eu, para não dizer outra coisa). Das duas uma: ou eu sou muito ranzinza ou esses caras desses jornais tão tudo lélé da cuca. A Pitty eleita ídolo MTV também foi sensacional (cof, cof). Tirem os adolescentes do computador, não os deixem votar nessas premiações. Me lembrei da Aline nessa hora: "Eu senti vergonha por eles..."
E alguém me diga o que foi o Marcelo D2 dizendo que odeia MPB? Deve ser porque ele canta música impopular brasileira. Só pode. :]
Los Hermanos - Horizonte Distante (Ao vivo em Porto Alegre) escrito às 2:26 PM
Quinta-feira, Setembro 29, 2005
Eu estou transtornada!
Uma das rotinas que tenho na redação, além de fazer a ronda-que-eu-o-d-e-i-o, é comprar biscoito todo dia com o Thyago. Ontem quando saíamos do prédio da TV, haviam várias pessoas vestidas de branco em frente à guarita, todo mundo gritando: "Justiça! Justiça!". Na hora pensei: "Ih, rapaz, lá vem bronca". Reação natural: voltei pra redação, peguei papel e caneta e saí novamente.
Chegando na frente da guarita, reparo que estampada nas camisas havia a foto de um menino (aparentava ter uns 15 anos). No retrato, o menino estava sorridente e tudo mais. No meio do burburinho, tinha uma senhora chorando, ao lado um cara que tinha jeito de advogado (fato que comprovei depois), o rosto dela me era familiar. Meu filme parou por 30 segundos, tentei lembrar de onde a conhecia. Era da universidade? Da outra universidade? De algum lugar que trabalhei antes? Do colégio? Enquanto voltava à realidade, me aproximei dela - que explicava parte da história para o repórter da Globo aqui em Belém - e fiquei só ouvindo e tentando lembrar de onde a conhecia (tinha encasquetado com aquilo).
Quando ela terminou de falar com o globífero (by Feltrin), puxei ela para um canto e pedi para conversar. Me identifiquei e perguntei: "A senhora trabalha no Colégio Santa Rosa, não?" e ela: "É, você estudava lá, não? Eu me lembro de você". Bingo, colégio. Começamos a conversar, perguntei pra ela o motivo do protesto e ela se pôs a explicar e a mostrar fotos do garoto. À medida em que ela ia explicando que o filho de 16 anos foi assassinado por um policial militar, que segundo as testemunhas não estava de serviço naquele dia, além de estar bêbado e armado, ia me subindo um troço. A descrição da forma como o menino morreu foi tão chocante, que as anotações já iam no automático. E olha que já estou acostumada a ouvir as pessoas falarem que o fulano morreu com um tiro que passou não sei por onde e saiu em tal lugar. Ingenuamente ainda perguntei: "Mas a senhora já foi na polícia [civil]? Isso aconteceu dia 10, não foi?" e ela me respondeu: "Minha filha, eu sou pobre, a polícia tá me enrolando desde o dia 10. Eles dizem que vão prender, que vão fazer isso e aquilo e até agora nada. Esse assassino continua solto".
E aí ela começou a chorar, olhou nos meus olhos e disse mais ou menos assim: "Se vocês puderem me ajudar de algum jeito, ajudem. Mas esse monstro não pode continuar solto. Ele já matou outras pessoas. O meu filho só tinha 16 anos". Aquela frase ficou na minha cabeça o resto do dia. Quando terminei de conversar com ela e fui escrever meu texto, não conseguia parar de pensar na dor deles.
A gente ouve na universidade que tem que saber separar as emoções e blá, blá, blá. Mas diante de situações como essas é impossível. A Polícia Militar não se manifestou, mesmo depois de inúmeros telefonemas que demos (e olha que foram três redatores checando esse caso ontem à tarde). O pessoal da Civil informou que o inquérito foi concluído e enviado à Justiça com pedido de prisão preventiva do PM. O cara continua solto. E o choro daquela mãe não me sai da cabeça.
Uma das rotinas que tenho na redação, além de fazer a ronda-que-eu-o-d-e-i-o, é comprar biscoito todo dia com o Thyago. Ontem quando saíamos do prédio da TV, haviam várias pessoas vestidas de branco em frente à guarita, todo mundo gritando: "Justiça! Justiça!". Na hora pensei: "Ih, rapaz, lá vem bronca". Reação natural: voltei pra redação, peguei papel e caneta e saí novamente.
Chegando na frente da guarita, reparo que estampada nas camisas havia a foto de um menino (aparentava ter uns 15 anos). No retrato, o menino estava sorridente e tudo mais. No meio do burburinho, tinha uma senhora chorando, ao lado um cara que tinha jeito de advogado (fato que comprovei depois), o rosto dela me era familiar. Meu filme parou por 30 segundos, tentei lembrar de onde a conhecia. Era da universidade? Da outra universidade? De algum lugar que trabalhei antes? Do colégio? Enquanto voltava à realidade, me aproximei dela - que explicava parte da história para o repórter da Globo aqui em Belém - e fiquei só ouvindo e tentando lembrar de onde a conhecia (tinha encasquetado com aquilo).
Quando ela terminou de falar com o globífero (by Feltrin), puxei ela para um canto e pedi para conversar. Me identifiquei e perguntei: "A senhora trabalha no Colégio Santa Rosa, não?" e ela: "É, você estudava lá, não? Eu me lembro de você". Bingo, colégio. Começamos a conversar, perguntei pra ela o motivo do protesto e ela se pôs a explicar e a mostrar fotos do garoto. À medida em que ela ia explicando que o filho de 16 anos foi assassinado por um policial militar, que segundo as testemunhas não estava de serviço naquele dia, além de estar bêbado e armado, ia me subindo um troço. A descrição da forma como o menino morreu foi tão chocante, que as anotações já iam no automático. E olha que já estou acostumada a ouvir as pessoas falarem que o fulano morreu com um tiro que passou não sei por onde e saiu em tal lugar. Ingenuamente ainda perguntei: "Mas a senhora já foi na polícia [civil]? Isso aconteceu dia 10, não foi?" e ela me respondeu: "Minha filha, eu sou pobre, a polícia tá me enrolando desde o dia 10. Eles dizem que vão prender, que vão fazer isso e aquilo e até agora nada. Esse assassino continua solto".
E aí ela começou a chorar, olhou nos meus olhos e disse mais ou menos assim: "Se vocês puderem me ajudar de algum jeito, ajudem. Mas esse monstro não pode continuar solto. Ele já matou outras pessoas. O meu filho só tinha 16 anos". Aquela frase ficou na minha cabeça o resto do dia. Quando terminei de conversar com ela e fui escrever meu texto, não conseguia parar de pensar na dor deles.
A gente ouve na universidade que tem que saber separar as emoções e blá, blá, blá. Mas diante de situações como essas é impossível. A Polícia Militar não se manifestou, mesmo depois de inúmeros telefonemas que demos (e olha que foram três redatores checando esse caso ontem à tarde). O pessoal da Civil informou que o inquérito foi concluído e enviado à Justiça com pedido de prisão preventiva do PM. O cara continua solto. E o choro daquela mãe não me sai da cabeça.
escrito às 1:20 PM
Terça-feira, Setembro 27, 2005
We've never met
A verdade é que me perturbas. Entras por aquela porta e acabas com várias certezas. As minhas, claro. De quem mais? Minhas pernas tremem, nem sei onde pôr as mãos, fico na dúvida se devo colocá-las no bolso, se as passo no cabelo, se as deixo soltas. Meu rosto fica vermelho, parece que vai explodir. EU estou a ponto de explodir. Ansiedade. Tua presença traz isso.
Teclo apressadamente, sinto vontade de me esconder e ainda estás ali. A porta está fechada e atrás de mim estás. Isso me deixa mais nervosa, porque viro e lá está tu. Finge que não me vê, faço o mesmo. Olho sorrateiramente para os lados, me faço de desentendida. Não quero mais jogar esse jogo. Não seria a hora de parar? Poderia desfazer impressões ruins, tomar um fora e seguir em frente. Mas decides o contrário, me afastar virou uma meta e te aviso: estás conseguindo.
Só me faz mudar de idéia quando me olhas desse jeito meio sem jeito. De canto, como se tivesse medo. Nem quero entender o que se passa aí dentro de ti. Mas queria saber que impressão tens de mim. Só assim poderia parar de te adorar. Odeio conjugar esse verbo para ti. Te adorar, te adorar, te adorar. Porque, infelizmente, é isso. Te adorar. Verbo que meus olhos conjugam com vivacidade, que minha boca diz silenciosamente cada vez que te vê e só tu não percebes. Ou melhor: percebes. Mas não pareces interessado em saber. E vestes o teu personagem.
Queres convencer a quem? A mim? Desculpe, não dá. Consigo ver o moço cheio de medos, cheio de dedos e encanações. Deve ser por isso que jogas comigo, porque sabes que sei das tuas limitações. Achas que isso depõe contra ti? Tens medo de quê? Que eu use isso contra ti. Certamente é isso o que pensas. Eis uma prova de que não me conheces mesmo.
Saber das tuas limitações é o que menos me preocupa. Devias saber que são elas que me atraem. É esse teu jeito de querer sempre acertar, de querer que no final tudo dê certo é que me atrai. Mas já que achas o contrário, paciência.
O melhor que temos a fazer é fechar a porta e fingir que nada aconteceu.
Nem mesmo nossos olhares.
John Mayer - Only Heart
A verdade é que me perturbas. Entras por aquela porta e acabas com várias certezas. As minhas, claro. De quem mais? Minhas pernas tremem, nem sei onde pôr as mãos, fico na dúvida se devo colocá-las no bolso, se as passo no cabelo, se as deixo soltas. Meu rosto fica vermelho, parece que vai explodir. EU estou a ponto de explodir. Ansiedade. Tua presença traz isso.
Teclo apressadamente, sinto vontade de me esconder e ainda estás ali. A porta está fechada e atrás de mim estás. Isso me deixa mais nervosa, porque viro e lá está tu. Finge que não me vê, faço o mesmo. Olho sorrateiramente para os lados, me faço de desentendida. Não quero mais jogar esse jogo. Não seria a hora de parar? Poderia desfazer impressões ruins, tomar um fora e seguir em frente. Mas decides o contrário, me afastar virou uma meta e te aviso: estás conseguindo.
Só me faz mudar de idéia quando me olhas desse jeito meio sem jeito. De canto, como se tivesse medo. Nem quero entender o que se passa aí dentro de ti. Mas queria saber que impressão tens de mim. Só assim poderia parar de te adorar. Odeio conjugar esse verbo para ti. Te adorar, te adorar, te adorar. Porque, infelizmente, é isso. Te adorar. Verbo que meus olhos conjugam com vivacidade, que minha boca diz silenciosamente cada vez que te vê e só tu não percebes. Ou melhor: percebes. Mas não pareces interessado em saber. E vestes o teu personagem.
Queres convencer a quem? A mim? Desculpe, não dá. Consigo ver o moço cheio de medos, cheio de dedos e encanações. Deve ser por isso que jogas comigo, porque sabes que sei das tuas limitações. Achas que isso depõe contra ti? Tens medo de quê? Que eu use isso contra ti. Certamente é isso o que pensas. Eis uma prova de que não me conheces mesmo.
Saber das tuas limitações é o que menos me preocupa. Devias saber que são elas que me atraem. É esse teu jeito de querer sempre acertar, de querer que no final tudo dê certo é que me atrai. Mas já que achas o contrário, paciência.
O melhor que temos a fazer é fechar a porta e fingir que nada aconteceu.
Nem mesmo nossos olhares.
John Mayer - Only Heart escrito às 9:46 PM
Domingo, Setembro 25, 2005
E vai descendo, vai descendo, vai!
Música mais legal dos últimos 15 minutos
Lado 2 Estéreo - O Rupinado
Parece samba pra gringo. Adoro samba pra gringo. heheh
Música mais legal dos últimos 15 minutos
Lado 2 Estéreo - O Rupinado
Parece samba pra gringo. Adoro samba pra gringo. heheh
escrito às 10:20 PM
Paris Hilton wants to kiss me and my friend
Meu questionamento filosófico do dia ainda é o de ontem. Explico: de manhã quando voltava da aula com a Drika, subimos no ônibus e quando íamos passar a roleta a cobradora disse pra gente aguardar e sentar. Nos olhamos, estranhamos, mas sentamos mesmo assim. Tempo passa até chegar minha parada (desço primeiro) e vou passar. Entrego o dinheiro para a mulher e ela me devolve, olho pra ela e digo: "mas tem que pagar" e ela diz que "não precisa". Minha amiga tenta passar e recebe a mesma resposta. Só que atrás da gente tinham outras mulheres, que passaram e pagaram meia-passagem, bem como íamos pagar.
O questionamento filosófico do dia é: seria a cobradora lésbica? Fiquei intrigada, sério. Por que ela disse que não precisávamos pagar? Quando ela disse pra não passarmos a roleta, tté pensei que fosse que tivesse rolando assalto no ônibus. Mas nem.
E porra, se foi esse o caso (dela ser lésbica e ter curtido a gente) tá foda.
Tô fora. huhuh
O mais engraçado é que cheguei em casa falando no assunto (porque nenhum(a) cobrador(a) nunca deixou de cobrar passagem pra mim). Expliquei pra minha mãe e a avacalhação começou: "Ih, minha filha, a cobradora ficou a fim de ti e da tua amiga".
Então tá, neá?
Radiohead - Paranoid Android
Meu questionamento filosófico do dia ainda é o de ontem. Explico: de manhã quando voltava da aula com a Drika, subimos no ônibus e quando íamos passar a roleta a cobradora disse pra gente aguardar e sentar. Nos olhamos, estranhamos, mas sentamos mesmo assim. Tempo passa até chegar minha parada (desço primeiro) e vou passar. Entrego o dinheiro para a mulher e ela me devolve, olho pra ela e digo: "mas tem que pagar" e ela diz que "não precisa". Minha amiga tenta passar e recebe a mesma resposta. Só que atrás da gente tinham outras mulheres, que passaram e pagaram meia-passagem, bem como íamos pagar.
O questionamento filosófico do dia é: seria a cobradora lésbica? Fiquei intrigada, sério. Por que ela disse que não precisávamos pagar? Quando ela disse pra não passarmos a roleta, tté pensei que fosse que tivesse rolando assalto no ônibus. Mas nem.
E porra, se foi esse o caso (dela ser lésbica e ter curtido a gente) tá foda.
Tô fora. huhuh
O mais engraçado é que cheguei em casa falando no assunto (porque nenhum(a) cobrador(a) nunca deixou de cobrar passagem pra mim). Expliquei pra minha mãe e a avacalhação começou: "Ih, minha filha, a cobradora ficou a fim de ti e da tua amiga".
Então tá, neá?
Radiohead - Paranoid Android escrito às 8:54 PM
Que drama
Depois de restaurar as configurações, algumas coisas já voltaram a funcionar. Falta apenas acertar o lance com o Firefox e com o IE.
Se eu me bater um pouco mais, acho que consigo.
Amém.
Maximilian Hecker - Fool
Depois de restaurar as configurações, algumas coisas já voltaram a funcionar. Falta apenas acertar o lance com o Firefox e com o IE.
Se eu me bater um pouco mais, acho que consigo.
Amém.
Maximilian Hecker - Fool escrito às 3:11 PM
Que zica!
Escrevo no Open Office para não correr o risco de perder isso. Estou em picas aqui com meu computador, que ficou doido depois que instalei o iTunes (malditas conversas 'experimenta' no MSN). Já desinstalei o troço e tudo tá uma merda. Hahah
Se desse merda só nos programas Microsoft, eu nem ia me bater. O problema é que o Firefox deu pau, o bloco de notas deu pau, eles simplesmente esqueceram o que significa o verbo maximizar e ficam todo o tempo minimizados na barra de tarefas.
Maldito iTunes, heheh
Se eu tiver que formatar essa máquina, vou processar a Apple. Huhuh Ainda mais que... eu tô tendo que usar o IE na base da navegação interna do windows.
Que stress.
Ao menos o Soulseek tá funcionando direito.
Escrevo no Open Office para não correr o risco de perder isso. Estou em picas aqui com meu computador, que ficou doido depois que instalei o iTunes (malditas conversas 'experimenta' no MSN). Já desinstalei o troço e tudo tá uma merda. Hahah
Se desse merda só nos programas Microsoft, eu nem ia me bater. O problema é que o Firefox deu pau, o bloco de notas deu pau, eles simplesmente esqueceram o que significa o verbo maximizar e ficam todo o tempo minimizados na barra de tarefas.
Maldito iTunes, heheh
Se eu tiver que formatar essa máquina, vou processar a Apple. Huhuh Ainda mais que... eu tô tendo que usar o IE na base da navegação interna do windows.
Que stress.
Ao menos o Soulseek tá funcionando direito.
escrito às 1:51 PM
Sábado, Setembro 24, 2005
Round one, fight!
O Internet Explorer resolveu parar de funcionar. hahah Pessoalmente, nem ligo, porque uso Firefox, mas minha irmã vai chiar. Se eu aparecer daqui pra amanhã no caderno de polícia de algum jornal, o motivo é esse mesmo: o IE.
Ou melhor, a ausência dele. Bem que ele podia (voltar a) funcionar logo, ia me economizar uma briga com a Brunna.
O Internet Explorer resolveu parar de funcionar. hahah Pessoalmente, nem ligo, porque uso Firefox, mas minha irmã vai chiar. Se eu aparecer daqui pra amanhã no caderno de polícia de algum jornal, o motivo é esse mesmo: o IE.
Ou melhor, a ausência dele. Bem que ele podia (voltar a) funcionar logo, ia me economizar uma briga com a Brunna.
escrito às 12:08 AM
Sexta-feira, Setembro 23, 2005
RSS fajuto
Fim de noite e eu queimando neurônios tentando arrumar tags no blog. Acontece que agora utilizo o RSS feed, mas há um problema (claro, sempre há um): como eu excluí a tag de link permanente do template, o feed não aponta exatamente para um post específico e sim para o blog inteiro.
Enfim, nerdice dando problema. Mas depois eu penso nisso, por agora, bateu a preguiça.
Fim de noite e eu queimando neurônios tentando arrumar tags no blog. Acontece que agora utilizo o RSS feed, mas há um problema (claro, sempre há um): como eu excluí a tag de link permanente do template, o feed não aponta exatamente para um post específico e sim para o blog inteiro.
Enfim, nerdice dando problema. Mas depois eu penso nisso, por agora, bateu a preguiça.
escrito às 9:48 PM
Quinta-feira, Setembro 22, 2005
Não resisto
Não, não vai se tranformar num blog de diálogos e nem de citações. Só que eu não resisto, hahah. Ainda agora no trabalho, estava folheando a nova Bizz e o entrevistão (muito bom por sinal) é com o Marcelo Yuka. Li tudinho, gostei pacas. Melhor frase foi:
"Eu posso fazer uma carreira sem tocar nenhuma música do'Rappa, mas não existe O Rappa sem música minha".
Depois dessa, sem mais. E o disco do F.UR.T.O tem me conquistado cada dia mais. Muito interessantinho ele.
Belchior - Sujeito de sorte
Não, não vai se tranformar num blog de diálogos e nem de citações. Só que eu não resisto, hahah. Ainda agora no trabalho, estava folheando a nova Bizz e o entrevistão (muito bom por sinal) é com o Marcelo Yuka. Li tudinho, gostei pacas. Melhor frase foi:
"Eu posso fazer uma carreira sem tocar nenhuma música do'Rappa, mas não existe O Rappa sem música minha".
Depois dessa, sem mais. E o disco do F.UR.T.O tem me conquistado cada dia mais. Muito interessantinho ele.
Belchior - Sujeito de sorte escrito às 1:00 PM
Quarta-feira, Setembro 21, 2005
Pequena mudança
Os podcasts que eu ouço agora têm links aí ao lado. O botão do Batata é tão bonitinho que deu pena de tirar. Deixa assim mesmo, tá biitinho. Gosto desse template, é tão simples e tão bonitinho. Tudo inho.
Muito velha e (muito) boa essa música.
Paulo Diniz - Como?
Os podcasts que eu ouço agora têm links aí ao lado. O botão do Batata é tão bonitinho que deu pena de tirar. Deixa assim mesmo, tá biitinho. Gosto desse template, é tão simples e tão bonitinho. Tudo inho.
Muito velha e (muito) boa essa música.
Paulo Diniz - Como? escrito às 9:38 PM
E se fosse no Caldeirão do Alan?
Melhor diálogo de hoje
- Já viste isso no jornal? (Apontando pro anúncio do show do Los Hermanos)
- Vi, claro, de manhã cedo quando peguei o jornal na portaria. (sorriso bestão já)
- Mas no Cidade Folia é foda, é meio longe, né?
- É, mas não tem problema. Se eles tocassem no Caldeirão do Alan, eu ia do mesmo jeito.
- Caldeirão do Alan é foda, Karla.
- HAHAHAHA Sou fã, tu esqueceu?
- Ah... é mesmo.
Postar diálogo é legal. Será que vou me viciar nisso?
[edited]
Com atraso, mas lembrei agora. Melhor manchete de ontem foi uma do Terra, naquela parte de celebridades. Era algo mais ou menos assim:
Ronaldo flerta com modelo surda-muda
Ah, e por favor, nada contra surdo-mudo, mas a manchete é engraçada mesmo.
Tem alguém que anda sumido. Thiago Reis, por onde andas? Ainda com raiva?
Manic Street Preachers - You Stole The Sun From My Heart
Melhor diálogo de hoje
- Já viste isso no jornal? (Apontando pro anúncio do show do Los Hermanos)
- Vi, claro, de manhã cedo quando peguei o jornal na portaria. (sorriso bestão já)
- Mas no Cidade Folia é foda, é meio longe, né?
- É, mas não tem problema. Se eles tocassem no Caldeirão do Alan, eu ia do mesmo jeito.
- Caldeirão do Alan é foda, Karla.
- HAHAHAHA Sou fã, tu esqueceu?
- Ah... é mesmo.
Postar diálogo é legal. Será que vou me viciar nisso?
[edited]
Com atraso, mas lembrei agora. Melhor manchete de ontem foi uma do Terra, naquela parte de celebridades. Era algo mais ou menos assim:
Ronaldo flerta com modelo surda-muda
Ah, e por favor, nada contra surdo-mudo, mas a manchete é engraçada mesmo.
Tem alguém que anda sumido. Thiago Reis, por onde andas? Ainda com raiva?
Manic Street Preachers - You Stole The Sun From My Heart escrito às 9:03 PM
Terça-feira, Setembro 20, 2005
Aluna nota 10
Entro na sala, depois de milênios vou a uma aula de Opinião Pública.
- Égua, até me assusto quando vejo aluno sumido. Algum problema?
- Não, resolvi vir pra aula mesmo.
- Tem certeza? Vai acontecer alguma coisa... Vai nevar, vai chover...
- Já choveu, hahah
- Ah, sabia! Pega essa apostila e senta logo aí.
Melhor diálogo. Professora de OP é ótima. Ruim mesmo é ter que ler um livro que você não tem o mínimo interesse e ter que fazer uma resenha, cujo deadline da entrega se esgota em menos de 24 horas.
Sacal? Sim, mas poderia ser pior.
Melhor frase mesmo foi a do texto inicial do livro, dita pelo Fernando Segtowick (meu ex-chefe, por coincidência): "Que me desculpe o Paes Loureiro, mas a obra dele não representa nada pra minha geração". Frase que me fez pensar, me sinto assim mesmo ao ler esse livro sobre o Cláudio Barradas. Tá, eu sei que os puristas vão me apedrejar, mas foda-se. Antes ser sincera do que babar ovo por algo que nem sei por onde passa.
Tá bom, chega. Mas era mais ou menos isso que eu queria dizer, não tô conseguindo raciocinar direito, esse livro é chato, me deixou com um humor...
Los Hermanos - Do Sétimo Andar
Entro na sala, depois de milênios vou a uma aula de Opinião Pública.
- Égua, até me assusto quando vejo aluno sumido. Algum problema?
- Não, resolvi vir pra aula mesmo.
- Tem certeza? Vai acontecer alguma coisa... Vai nevar, vai chover...
- Já choveu, hahah
- Ah, sabia! Pega essa apostila e senta logo aí.
Melhor diálogo. Professora de OP é ótima. Ruim mesmo é ter que ler um livro que você não tem o mínimo interesse e ter que fazer uma resenha, cujo deadline da entrega se esgota em menos de 24 horas.
Sacal? Sim, mas poderia ser pior.
Melhor frase mesmo foi a do texto inicial do livro, dita pelo Fernando Segtowick (meu ex-chefe, por coincidência): "Que me desculpe o Paes Loureiro, mas a obra dele não representa nada pra minha geração". Frase que me fez pensar, me sinto assim mesmo ao ler esse livro sobre o Cláudio Barradas. Tá, eu sei que os puristas vão me apedrejar, mas foda-se. Antes ser sincera do que babar ovo por algo que nem sei por onde passa.
Tá bom, chega. Mas era mais ou menos isso que eu queria dizer, não tô conseguindo raciocinar direito, esse livro é chato, me deixou com um humor...
Los Hermanos - Do Sétimo Andar escrito às 9:42 PM
Segunda-feira, Setembro 19, 2005
Pior segunda-feira do penúltimo mês
Calor desgraçado, meio doente, dor chata. Texto bonito aqui.
E ainda tenho que ir fazer prova. Ah, como eu queria dormir mais. Maldita dor.
***
Passagens extra-ordinárias da Feira do Livro:
- É sempre bom conhecer pessoalmente o povo com quem tu trocas e-mail por conta do trabalho.
- Uma mulher teve a sorte de não apanhar de mim na hora do almoço. Mentira, eu não ia bater nela. Só esculhambei e disse que ela esqueceu a educação em casa.
- Ariano Suassuna é um senhor muito legal, mas 90% da platéia (jovem) que estava babando ovo na Feira, nunca leu um exemplar sequer da obra dele (a Aline vai me bater por causa disso).
Aimee Mann - Goodbye Caroline
Calor desgraçado, meio doente, dor chata. Texto bonito aqui.
E ainda tenho que ir fazer prova. Ah, como eu queria dormir mais. Maldita dor.
***
Passagens extra-ordinárias da Feira do Livro:
- É sempre bom conhecer pessoalmente o povo com quem tu trocas e-mail por conta do trabalho.
- Uma mulher teve a sorte de não apanhar de mim na hora do almoço. Mentira, eu não ia bater nela. Só esculhambei e disse que ela esqueceu a educação em casa.
- Ariano Suassuna é um senhor muito legal, mas 90% da platéia (jovem) que estava babando ovo na Feira, nunca leu um exemplar sequer da obra dele (a Aline vai me bater por causa disso).
Aimee Mann - Goodbye Caroline escrito às 3:12 PM
Domingo, Setembro 18, 2005
Melhor comentário dos últimos 15 minutos
O senhor é contra a legalização das drogas?
Radicalmente contra. Foi um cigarro de maconha que acabou com a vida do Pedro. Um maconheiro pode virar bandido, enquanto outro pode se tornar um intelectual.
Luiz Victor Lomba, pai de Pedro Dom, que era o bandido mais procurado do Rio de Janeiro (palavra dos jornais) e foi morto na última semana em 'confronto' com a polícia carioca.
Nerd postando da Feira do Livro.
O senhor é contra a legalização das drogas?
Radicalmente contra. Foi um cigarro de maconha que acabou com a vida do Pedro. Um maconheiro pode virar bandido, enquanto outro pode se tornar um intelectual.
Luiz Victor Lomba, pai de Pedro Dom, que era o bandido mais procurado do Rio de Janeiro (palavra dos jornais) e foi morto na última semana em 'confronto' com a polícia carioca.
Nerd postando da Feira do Livro.
escrito às 10:59 AM
Eu já sabia!
You scored as Quem Sabe. Você é Quem Sabe.
Você perdeu alguém querido
e só você sabe a falta que essa pessoa ta fazendo
Qual música do los Hermanos você é
created with QuizFarm.com
Só não concordo com essa explicação. Não cabe nada disso pra mim, mas a música é foda. Perdoado, teste. :]
You scored as Quem Sabe. Você é Quem Sabe.
Você perdeu alguém querido
e só você sabe a falta que essa pessoa ta fazendo
Qual música do los Hermanos você é
created with QuizFarm.com
Só não concordo com essa explicação. Não cabe nada disso pra mim, mas a música é foda. Perdoado, teste. :]
escrito às 1:47 AM
Melhor comentário dos últimos 30 minutos
semi-charmed life. diz:
ah, hj em dia eu vejo as coisas como uma equaçao do primeiro grau
semi-charmed life. diz:
simples.
semi-charmed life. diz:
meu namoro foi um binômio do quinto grau, muito dificil. eu nao sei resolver essas contas.
semi-charmed life. diz:
so equaçao do primeiro grau.
semi-charmed life. diz:
mais complicado que isso, eu to fora.
Alineeeee. diz:
hahahahahahahahaha
semi-charmed life. diz:
eu fiz jornalismo porque não sei matemática. hahahahahaha
Alineeeee. diz:
hahahahahahahahaha
Oasis - Sad Song
semi-charmed life. diz:
ah, hj em dia eu vejo as coisas como uma equaçao do primeiro grau
semi-charmed life. diz:
simples.
semi-charmed life. diz:
meu namoro foi um binômio do quinto grau, muito dificil. eu nao sei resolver essas contas.
semi-charmed life. diz:
so equaçao do primeiro grau.
semi-charmed life. diz:
mais complicado que isso, eu to fora.
Alineeeee. diz:
hahahahahahahahaha
semi-charmed life. diz:
eu fiz jornalismo porque não sei matemática. hahahahahaha
Alineeeee. diz:
hahahahahahahahaha
Oasis - Sad Song escrito às 12:18 AM
Sábado, Setembro 17, 2005
Totalmente excelente
Passando rápido, olhando, pés doídos. Feira do Livro. Texto meu aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Hora de dormir, amanhã tem mais.
Oasis - Little By Little (uma das poucas faixas legais do Heathen Chemistry)
Passando rápido, olhando, pés doídos. Feira do Livro. Texto meu aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Hora de dormir, amanhã tem mais.
Oasis - Little By Little (uma das poucas faixas legais do Heathen Chemistry) escrito às 9:19 PM
Sexta-feira, Setembro 16, 2005
On drugs
Quase na hora de ir embora do trabalho, estou terminando de editar um texto sobre o aniversário do B.B. King, antes disso pensava em "Alucinação" do Belchior, viro pra minha chefe e pergunto:
- Tathynha, pra que horas ponho o texto sobre o aniversário do Belchior?
- Ahm?! Belchior?! Não... (me olhando com cara de interrogação)
- Ahhhhhhhhhhhhh é, do B.B. King. (toda sem graça) Tô ficando doida. Que Belchior já, tava pensando aqui nas músicas dele.
- HAHAHAHAHA. É do B.B. King, Karlinha.
Risos generalizados.
Maximilian Hecker - Fool
Quase na hora de ir embora do trabalho, estou terminando de editar um texto sobre o aniversário do B.B. King, antes disso pensava em "Alucinação" do Belchior, viro pra minha chefe e pergunto:
- Tathynha, pra que horas ponho o texto sobre o aniversário do Belchior?
- Ahm?! Belchior?! Não... (me olhando com cara de interrogação)
- Ahhhhhhhhhhhhh é, do B.B. King. (toda sem graça) Tô ficando doida. Que Belchior já, tava pensando aqui nas músicas dele.
- HAHAHAHAHA. É do B.B. King, Karlinha.
Risos generalizados.
Maximilian Hecker - Fool escrito às 2:28 PM
Não acaba nunca
Em 6 de setembro, mencionei no post do dia a obra que meus pais iniciaram aqui em casa. Na época, o prazo prometido para o término do desconforto de ter barulho e pedreiro em casa era de, no máximo, uma semana. Passados dez dias, a obra multiplica-se como frieira em pé de criança, que não toma banho direito e avança a passos largos para os outros cômodos.
A cozinha está parcialmente destruída, o corredor ao lado da minha janela também. O quintal foi refeito e agora poderá abrigar uma piscina de plástico e uma churrasqueira. Os domingos serão mais animados, é uma pena que a mamãe ainda não tenha pensado em fazer uma laje. Seria perfeito. Ainda não conseguimos encontrar uma casa nova, as opções andam pobres demais e nesta cidade parece não existir imóveis com três quartos.
E a obra continua, companheiro.
Mal posso esperar pelo término dela, não aguento mais esse batuque na minha janela.
Pensarei positivo, já que neste fim de semana passarei boa parte do tempo frilando na Feira Pan-Amazônica do Livro. Aliás, que ódio, a feira acontecerá justamente no fim de semana em que eu não possuo mais nenhum real no banco.
O jeito vai ser apelar pra dona da obra.
[edited]
Esse negócio de apelar pra mãe, me lembrou que eu odeio meter vales nos meus pais. Porque sempre digo: "no fim do mês eu te dou". E aí de vale em vale, meu salário vai ficando todo na mão deles.
Acho que preciso voltar a trabalhar em dois lugares.
Em 6 de setembro, mencionei no post do dia a obra que meus pais iniciaram aqui em casa. Na época, o prazo prometido para o término do desconforto de ter barulho e pedreiro em casa era de, no máximo, uma semana. Passados dez dias, a obra multiplica-se como frieira em pé de criança, que não toma banho direito e avança a passos largos para os outros cômodos.
A cozinha está parcialmente destruída, o corredor ao lado da minha janela também. O quintal foi refeito e agora poderá abrigar uma piscina de plástico e uma churrasqueira. Os domingos serão mais animados, é uma pena que a mamãe ainda não tenha pensado em fazer uma laje. Seria perfeito. Ainda não conseguimos encontrar uma casa nova, as opções andam pobres demais e nesta cidade parece não existir imóveis com três quartos.
E a obra continua, companheiro.
Mal posso esperar pelo término dela, não aguento mais esse batuque na minha janela.
Pensarei positivo, já que neste fim de semana passarei boa parte do tempo frilando na Feira Pan-Amazônica do Livro. Aliás, que ódio, a feira acontecerá justamente no fim de semana em que eu não possuo mais nenhum real no banco.
O jeito vai ser apelar pra dona da obra.
[edited]
Esse negócio de apelar pra mãe, me lembrou que eu odeio meter vales nos meus pais. Porque sempre digo: "no fim do mês eu te dou". E aí de vale em vale, meu salário vai ficando todo na mão deles.
Acho que preciso voltar a trabalhar em dois lugares.
escrito às 1:44 AM
Quinta-feira, Setembro 15, 2005
'Nóis' vota no sim!
A Camila mencionou no blog dela a chegada do dia 23/10 - data marcada para o referendo em que a população vai decidir se armas de fogo continuarão a ser comercializadas no Brasil ou não. Depois de uma rápida associação mental, lembrei de uma nota publicada ontem na coluna do Ancelmo Gois, onde ele mencionava que de x número de bandas convidadas para fazer campanha pelo sim, apenas O Rappa tinha declinado o convite por ser a favor do comércio de armas (se não era isso, foi o que a nota deu a entender). E então, resolvi encher o saco aqui no blog.
"Achei, honestamente, a iniciativa de o povo votar muito bonitinha. Dar ao povo uma falsa esperança sobre a democracia brasileira é o que há!", disse a Gaia. Concordo com ela, até aí sim. Mas discordo e concordo, respectivamente, no ponto em que "Desarmar o povo não vai resolver em nada e a questão é muito mais embaixo. Não são as armas, é o povo, é o governo, são as políticas públicas, é a modernidade, é o consumismo, é tudo". Realmente desarmar pode até não resolver.
Mas me parece um passo sensato no começo (eu disse começo, não sou tão otimista assim) da solução de um problema, que tem dimensões muito maiores do que a gente imagina. "A maior parte dos casos de morte por arma de fogo vem da própria polícia...", prosseguiu a Camila no texto. Novamente concordo, mas o mote da campanha é muito mais voltado para o cidadão comum, ao menos os casos relatados nesses meses estão basicamente focados nisso. É o cidadão que tem arma em casa e por aí vai.
Tudo bem que eu discordo que o governo tenha pago para receber armas. Mas na semana retrasada, um órgão ligado (me falha o nome agora, escrevi uma nota sobre isso pro Portal) ao Ministério da Saúde divulgou dados referentes aos casos de mortes por armas de fogo no país, coletados já na época da campanha do desarmamento. E houve uma redução de 8,2% em relação ao ano anterior, em que foram registrados 39.325 casos no mesmo período. Esses 8,2%, que parece uma estatística pobre, equivalem a 3.234 vítimas a menos. Não dá pra ignorar um número expressivo de pessoas que deixaram de morrer por conta de armas de fogo. Há exceções: o Pará, por exemplo, registrou aumento de 11%, uma prova de que os objetivos da campanha ainda não foram alcançados e também que algo ainda não está funcionando direito, seja em relação à logística, seja em relação à abordagem, enfim.
A campanha e o referendo podem ser até um paliativo, mas de uma forma ou de outra o que foi feito está funcionando, CLARO que é preciso muito mais do que isso pra reverter o quadro. Mas é um bom começo, melhor do que deixar a coisa degringolar de vez.
Em tempo: vou votar no 'sim' no dia 23.
Vale dar os links para as idéias do sim e do não. Sim aqui, não aqui.
Dover - Late at night
A Camila mencionou no blog dela a chegada do dia 23/10 - data marcada para o referendo em que a população vai decidir se armas de fogo continuarão a ser comercializadas no Brasil ou não. Depois de uma rápida associação mental, lembrei de uma nota publicada ontem na coluna do Ancelmo Gois, onde ele mencionava que de x número de bandas convidadas para fazer campanha pelo sim, apenas O Rappa tinha declinado o convite por ser a favor do comércio de armas (se não era isso, foi o que a nota deu a entender). E então, resolvi encher o saco aqui no blog.
"Achei, honestamente, a iniciativa de o povo votar muito bonitinha. Dar ao povo uma falsa esperança sobre a democracia brasileira é o que há!", disse a Gaia. Concordo com ela, até aí sim. Mas discordo e concordo, respectivamente, no ponto em que "Desarmar o povo não vai resolver em nada e a questão é muito mais embaixo. Não são as armas, é o povo, é o governo, são as políticas públicas, é a modernidade, é o consumismo, é tudo". Realmente desarmar pode até não resolver.
Mas me parece um passo sensato no começo (eu disse começo, não sou tão otimista assim) da solução de um problema, que tem dimensões muito maiores do que a gente imagina. "A maior parte dos casos de morte por arma de fogo vem da própria polícia...", prosseguiu a Camila no texto. Novamente concordo, mas o mote da campanha é muito mais voltado para o cidadão comum, ao menos os casos relatados nesses meses estão basicamente focados nisso. É o cidadão que tem arma em casa e por aí vai.
Tudo bem que eu discordo que o governo tenha pago para receber armas. Mas na semana retrasada, um órgão ligado (me falha o nome agora, escrevi uma nota sobre isso pro Portal) ao Ministério da Saúde divulgou dados referentes aos casos de mortes por armas de fogo no país, coletados já na época da campanha do desarmamento. E houve uma redução de 8,2% em relação ao ano anterior, em que foram registrados 39.325 casos no mesmo período. Esses 8,2%, que parece uma estatística pobre, equivalem a 3.234 vítimas a menos. Não dá pra ignorar um número expressivo de pessoas que deixaram de morrer por conta de armas de fogo. Há exceções: o Pará, por exemplo, registrou aumento de 11%, uma prova de que os objetivos da campanha ainda não foram alcançados e também que algo ainda não está funcionando direito, seja em relação à logística, seja em relação à abordagem, enfim.
A campanha e o referendo podem ser até um paliativo, mas de uma forma ou de outra o que foi feito está funcionando, CLARO que é preciso muito mais do que isso pra reverter o quadro. Mas é um bom começo, melhor do que deixar a coisa degringolar de vez.
Em tempo: vou votar no 'sim' no dia 23.
Vale dar os links para as idéias do sim e do não. Sim aqui, não aqui.
Dover - Late at night escrito às 4:28 PM
Melhor comentário não há
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor e dou risada do grande amor. diz:
ai
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor e dou risada do grande amor. diz:
parece q só existem no mundo os homens complicados e os gays
Adoro minhas amigas.
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor e dou risada do grande amor. diz:
ai
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor e dou risada do grande amor. diz:
parece q só existem no mundo os homens complicados e os gays
Adoro minhas amigas.
escrito às 11:55 AM
Quarta-feira, Setembro 14, 2005
Today I walk alone
Só me senti mal por estar solteira uma vez, em mais de um ano de 'single lifestyle'. Ontem aconteceu de novo. Voltando no ônibus pra casa, casal senta na minha frente, começa a cena bonita: o rapaz abraça a moça, dá beijinhos no rosto dela, eles estão, claramente, na época da conquista. Parecem nervosos um com o outro, as mãos meio sem jeito, as palavras saem meio emboladas, há um clima de romance no ar. E eu ali atrás, já constrangida com aquilo, só consegui achar bonito. A menina parecia meio reticente, mas ao mesmo tempo demonstrava estar gostando - e muito - de todos os mimos que o menino fazia nela.
E então, eu senti inveja. Mas inveja boa, sabe? Daquelas que você pensa: "Eu quero assim também" e corre atrás.
Isso me lembrou uma noite de domingo, final de noite aliás, em que eu, D e I saímos do Boteco das Onze e encontramos um casal apaixonadíssimo. Minutos antes conversávamos justamente sobre relacionamentos. Eu e I éramos os solteiros convictos, D dizia estar de saco cheio dos quase três anos solteiro e triste com a qualidade das mulheres que apareciam.
Quando saímos de lá, vimos o casal. E D falou pra mim: "Você entende o que eu te falei? É isso o que eu quero. Olha lá, a menina tá curtindo, o cara tá apaixonado.", apontando pra eles. Na hora, fingi entender.
Agora, definitivamente, sei do que ele estava falando.
Tindersticks - My Oblivion
Só me senti mal por estar solteira uma vez, em mais de um ano de 'single lifestyle'. Ontem aconteceu de novo. Voltando no ônibus pra casa, casal senta na minha frente, começa a cena bonita: o rapaz abraça a moça, dá beijinhos no rosto dela, eles estão, claramente, na época da conquista. Parecem nervosos um com o outro, as mãos meio sem jeito, as palavras saem meio emboladas, há um clima de romance no ar. E eu ali atrás, já constrangida com aquilo, só consegui achar bonito. A menina parecia meio reticente, mas ao mesmo tempo demonstrava estar gostando - e muito - de todos os mimos que o menino fazia nela.
E então, eu senti inveja. Mas inveja boa, sabe? Daquelas que você pensa: "Eu quero assim também" e corre atrás.
Isso me lembrou uma noite de domingo, final de noite aliás, em que eu, D e I saímos do Boteco das Onze e encontramos um casal apaixonadíssimo. Minutos antes conversávamos justamente sobre relacionamentos. Eu e I éramos os solteiros convictos, D dizia estar de saco cheio dos quase três anos solteiro e triste com a qualidade das mulheres que apareciam.
Quando saímos de lá, vimos o casal. E D falou pra mim: "Você entende o que eu te falei? É isso o que eu quero. Olha lá, a menina tá curtindo, o cara tá apaixonado.", apontando pra eles. Na hora, fingi entender.
Agora, definitivamente, sei do que ele estava falando.
Tindersticks - My Oblivion escrito às 9:17 PM
Terça-feira, Setembro 13, 2005
Começa a rezar
Acaba doismilecinco. Vai começar a contagem, esse ano já morreu. Meu aniversário é daqui a um mês, antes tem Círio e depois vem o natal. E pronto, acabou o ano.
Que acabe mesmo e tem que ser rápido. Depois da aula de Ética (aliás, ô cadeira ruim!) ontem, em que a professora passou um vídeo com uns teólogos da PUC-RJ discutindo sobre os efeitos nefastos da globalização, eu comecei a torcer pro ano acabar. O melhor foi o trabalho passado, três perguntas:
1- A revolução tecnológica pode apagar da história a mensagem de Jesus?
2- O que leva a humanidade à pauperização?
3- É possível uma globalização mais ética e humanizada?
A primeira foi a melhor de todas. Às vezes, me sinto na aula de religião da sétima série no Colégio Santa Rosa, tudo bem que lá, uma vez, a professora falou em 'boniteza', mas ela nunca forçou a barra assim.
E aqueles velhos teólogos da PUC naquele vídeo que parecia da época do Descobrimento?
Cara, ninguém merece. Ê, 2005, tchau, quero o quarto ano AGORA.
Acaba doismilecinco. Vai começar a contagem, esse ano já morreu. Meu aniversário é daqui a um mês, antes tem Círio e depois vem o natal. E pronto, acabou o ano.
Que acabe mesmo e tem que ser rápido. Depois da aula de Ética (aliás, ô cadeira ruim!) ontem, em que a professora passou um vídeo com uns teólogos da PUC-RJ discutindo sobre os efeitos nefastos da globalização, eu comecei a torcer pro ano acabar. O melhor foi o trabalho passado, três perguntas:
1- A revolução tecnológica pode apagar da história a mensagem de Jesus?
2- O que leva a humanidade à pauperização?
3- É possível uma globalização mais ética e humanizada?
A primeira foi a melhor de todas. Às vezes, me sinto na aula de religião da sétima série no Colégio Santa Rosa, tudo bem que lá, uma vez, a professora falou em 'boniteza', mas ela nunca forçou a barra assim.
E aqueles velhos teólogos da PUC naquele vídeo que parecia da época do Descobrimento?
Cara, ninguém merece. Ê, 2005, tchau, quero o quarto ano AGORA.
escrito às 1:04 AM
Segunda-feira, Setembro 12, 2005
Coisas de Ariel

Sábado à tarde, em meio a algumas compras para um chá de panela (meus amigos estão começando a casar, êba!), o celular toca, olho e vejo quem me incomoda. Era a Ariel. E foi mais ou menos assim:
- Kah?
- Oi Ariel!
- Onde tu estás?
- Cara, tô no shopping.
- Qual shopping? Castanheira ou Iguatemi?
- Iguatemi.
- Em que loja?
- Ih, por quê já?
- Fala logo, pô.
- Na Epidemia.
- Isso fica em que piso?
- No terceiro.
- Tá, tô indo aí.
- COMO ASSIM TU TÁ VINDO AQUI? Tu moras em Macapá!
- hahahahaha Mas eu tô em Belém, pateta. Cheguei ontem. Me espera aí que eu tô subindo.
E não é que a lesa estava em Belém mesmo? Ainda demorei bons dois minutos achando que ela tava me sacaneando. Minutos depois, encontrei a peste e ficamos o resto da tarde conversando. Aí em cima, uma foto dela com a minha irmã para provar que não estou doida. Novamente cruzo os dedos para que minha irmã não entre aqui esses dias, senão, vou levar porrada por ter postado essa foto.
The National - Cardinal Song

Sábado à tarde, em meio a algumas compras para um chá de panela (meus amigos estão começando a casar, êba!), o celular toca, olho e vejo quem me incomoda. Era a Ariel. E foi mais ou menos assim:
- Kah?
- Oi Ariel!
- Onde tu estás?
- Cara, tô no shopping.
- Qual shopping? Castanheira ou Iguatemi?
- Iguatemi.
- Em que loja?
- Ih, por quê já?
- Fala logo, pô.
- Na Epidemia.
- Isso fica em que piso?
- No terceiro.
- Tá, tô indo aí.
- COMO ASSIM TU TÁ VINDO AQUI? Tu moras em Macapá!
- hahahahaha Mas eu tô em Belém, pateta. Cheguei ontem. Me espera aí que eu tô subindo.
E não é que a lesa estava em Belém mesmo? Ainda demorei bons dois minutos achando que ela tava me sacaneando. Minutos depois, encontrei a peste e ficamos o resto da tarde conversando. Aí em cima, uma foto dela com a minha irmã para provar que não estou doida. Novamente cruzo os dedos para que minha irmã não entre aqui esses dias, senão, vou levar porrada por ter postado essa foto.
The National - Cardinal Song escrito às 1:59 PM
Domingo, Setembro 11, 2005
I love torrents
Amo mesmo. Já baixei o disco novo do Paul e estou... gostando! É todo jeitoso, tem músicas gostosas de ouvir. A princípio não parece 'oh, meu deus, esse cd é do caralho', mas acho que ainda vou mudar de idéia e queimar minha língua.
Tomara.
Paul McCartney - Friends to go
Amo mesmo. Já baixei o disco novo do Paul e estou... gostando! É todo jeitoso, tem músicas gostosas de ouvir. A princípio não parece 'oh, meu deus, esse cd é do caralho', mas acho que ainda vou mudar de idéia e queimar minha língua.
Tomara.
Paul McCartney - Friends to go escrito às 4:24 PM
Hoje eu tenho 15 anos
Sad songs for dirty lovers. diz:
egua
Sad songs for dirty lovers. diz:
andreas kisser no altas horas
Sad songs for dirty lovers. diz:
AI MEODEOS.
Sad songs for dirty lovers. diz:
acho ele um tesão.
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hehehehehe
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
mta calma nessa hora
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hehe
Sad songs for dirty lovers. diz:
ai e o kiko loureiro ta com ele
Sad songs for dirty lovers. diz:
outro gato
Sad songs for dirty lovers. diz:
ja entrevistei ele
Sad songs for dirty lovers. diz:
ele é um sonho de lindo
Sad songs for dirty lovers. diz:
suuuuuuuuuuuuper educado
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
mesmo?
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hehe
Sad songs for dirty lovers. diz:
inteligentissimo!
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
nossa
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hheheh
Sad songs for dirty lovers. diz:
momento 15 anos agora.
Sad songs for dirty lovers. diz:
egua
Sad songs for dirty lovers. diz:
andreas kisser no altas horas
Sad songs for dirty lovers. diz:
AI MEODEOS.
Sad songs for dirty lovers. diz:
acho ele um tesão.
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hehehehehe
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
mta calma nessa hora
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hehe
Sad songs for dirty lovers. diz:
ai e o kiko loureiro ta com ele
Sad songs for dirty lovers. diz:
outro gato
Sad songs for dirty lovers. diz:
ja entrevistei ele
Sad songs for dirty lovers. diz:
ele é um sonho de lindo
Sad songs for dirty lovers. diz:
suuuuuuuuuuuuper educado
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
mesmo?
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hehe
Sad songs for dirty lovers. diz:
inteligentissimo!
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
nossa
Vivia no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem... diz:
hheheh
Sad songs for dirty lovers. diz:
momento 15 anos agora.
escrito às 2:19 AM
Sexta-feira, Setembro 09, 2005
Sim e não
Já vou.
Pra onde?
Não sei.
E quem sabe?
Não sei.
Não sabe de nada?
Não.
Tem certeza?
Sim.
Coldplay - Speed Of Sound
Já vou.
Pra onde?
Não sei.
E quem sabe?
Não sei.
Não sabe de nada?
Não.
Tem certeza?
Sim.
Coldplay - Speed Of Sound escrito às 11:14 PM
Pois é...
Semana meio complicada, coisa demais pra fazer, enfim. Uma delas tá no ar, eu sei que vocês já devem estar de saco cheio de ler coisas sobre crise política, mensalão e afins. Mas aqui tem uma entrevista que fiz com o presidente da OAB, seccional Pará, ontem.
Entre outras coisas, ele fala de reforma política e do que os advogados paraenses vão discutir na conferência da classe, na próxima semana.
Fim do xen.
Falando em xen, essa é pro Pedro: editei hoje aquela matéria em que tu apareces dando entrevista. Semana que vem apresentaremos pro professor. :]
Radiohead - Airbag
Semana meio complicada, coisa demais pra fazer, enfim. Uma delas tá no ar, eu sei que vocês já devem estar de saco cheio de ler coisas sobre crise política, mensalão e afins. Mas aqui tem uma entrevista que fiz com o presidente da OAB, seccional Pará, ontem.
Entre outras coisas, ele fala de reforma política e do que os advogados paraenses vão discutir na conferência da classe, na próxima semana.
Fim do xen.
Falando em xen, essa é pro Pedro: editei hoje aquela matéria em que tu apareces dando entrevista. Semana que vem apresentaremos pro professor. :]
Radiohead - Airbag escrito às 10:53 PM
Quarta-feira, Setembro 07, 2005
Hora da nostalgia
This town don't feel mine
I'm fast to get away-FAR
I dressed you in her clothes
Now drive me far - away, away, away
It feels good to know your mine
Now drive me far - away, away, away
FAR away
I dont care where just FAR - away
And I don't care
FAR - away
And I don't care where just FAR - away
E então ouço Deftones e parece que tenho 18 anos novamente. Lembro de todos nós (Aline, Anna, Karen, Thiago) e das nossas madrugadas no finado #Docaralho. Tempo dos bons aquele, não? Mas aí lembro também que crescemos e que aquelas noites são só um bom momento do passado.
Ainda bem.
Deftones - Be Quiet and Drive (Far Away)
This town don't feel mine
I'm fast to get away-FAR
I dressed you in her clothes
Now drive me far - away, away, away
It feels good to know your mine
Now drive me far - away, away, away
FAR away
I dont care where just FAR - away
And I don't care
FAR - away
And I don't care where just FAR - away
E então ouço Deftones e parece que tenho 18 anos novamente. Lembro de todos nós (Aline, Anna, Karen, Thiago) e das nossas madrugadas no finado #Docaralho. Tempo dos bons aquele, não? Mas aí lembro também que crescemos e que aquelas noites são só um bom momento do passado.
Ainda bem.
Deftones - Be Quiet and Drive (Far Away) escrito às 1:17 AM
Terça-feira, Setembro 06, 2005
Obra? Ah, coitado!
Minha mãe inventou uma obra aqui em casa. Semana retrasada isso, desde então acabou a paz. Consta que de manhã o barulho é incrível. Falo pela tarde: é o ó.
À tarde, o pedreiro sai no lucro, porque escuta por tabela meus discos dos Beatles. Mas quero que ele vá embora, que isso acabe (porque inicialmente essa coisa aconteceria só no quintal e agora já avança pela casa toda) e que nos mudemos logo.
De obra faraônica-interminável já basta o viaduto lá no Entroncamento.
Aqui não, violão.
Wado - Poema de Maria Rosa
Minha mãe inventou uma obra aqui em casa. Semana retrasada isso, desde então acabou a paz. Consta que de manhã o barulho é incrível. Falo pela tarde: é o ó.
À tarde, o pedreiro sai no lucro, porque escuta por tabela meus discos dos Beatles. Mas quero que ele vá embora, que isso acabe (porque inicialmente essa coisa aconteceria só no quintal e agora já avança pela casa toda) e que nos mudemos logo.
De obra faraônica-interminável já basta o viaduto lá no Entroncamento.
Aqui não, violão.
Wado - Poema de Maria Rosa escrito às 5:34 PM
Até parece poesia
"Até por volta das 19h30m, porém, ainda era possível ouvir e ver tiros de balas traçantes passando sobre a Avenida Niemeyer, em direção ao mar."
Parece poesia, mas é texto jornalístico. Há um certo exagero, mas descontada a violência, essas balas ficam lindas no céu estrelado.
É sério.
Vi o céu iluminado por elas ano passado, quando participei de um estágio para correspondentes de guerra. Uma experiência e tanto. Dois dias no meio do mato, pra entrar no clima a comida era desidratada. Aprendi a matar galinhas, hahah. E na rede de selva.
Na boa, todo mundo tinha que fazer isso. É ótimo.
Hoje estou de bom humor, sim?
Dover - Flashback
"Até por volta das 19h30m, porém, ainda era possível ouvir e ver tiros de balas traçantes passando sobre a Avenida Niemeyer, em direção ao mar."
Parece poesia, mas é texto jornalístico. Há um certo exagero, mas descontada a violência, essas balas ficam lindas no céu estrelado.
É sério.
Vi o céu iluminado por elas ano passado, quando participei de um estágio para correspondentes de guerra. Uma experiência e tanto. Dois dias no meio do mato, pra entrar no clima a comida era desidratada. Aprendi a matar galinhas, hahah. E na rede de selva.
Na boa, todo mundo tinha que fazer isso. É ótimo.
Hoje estou de bom humor, sim?
Dover - Flashback escrito às 2:21 PM
Segunda-feira, Setembro 05, 2005
Macca on drugs
O Paul precisa parar de usar drogas. Primeiro foi o lance dele compor uma canção pro disco novo (Chaos and Creation in the Backyard) com o George do lado (uma viagem assim), agora isso.
Coitado, bateu com a cabeça no banheiro.
Maximilian Hecker - Fool
O Paul precisa parar de usar drogas. Primeiro foi o lance dele compor uma canção pro disco novo (Chaos and Creation in the Backyard) com o George do lado (uma viagem assim), agora isso.
Coitado, bateu com a cabeça no banheiro.
Maximilian Hecker - Fool escrito às 10:54 PM
Suicide is painless
Hoje vou me matar. Veja só: empresto o cd-rw do Thyago e começa a tocar "Lucky" do Radiohead. Ligo a Accuradio e a primeira música a tocar é "Pyramid Song".
Isso é um sinal de que devo me matar? Radiohead, seguidamente, numa manhã de segunda-feira é meio complicado.
Quero morrer não, tio. Tô bem aqui.
Depois, tá?
***
Ontem eu e Aline vimos "2 Filhos de Francisco". Eu... gostei! Mentira, eu... adorei! Mentira... eu amei! Não farei nenhum post sobre o filme por um motivo grande e importante: tô com preguiça. Dois: há jornais falando sobre o assunto. Leiam.
Aliás, não leiam não, porque eu li tudo sobre esse filme e foi meio sem graça chegar no cinema e saber metade do que ia acontecer.
Vale o preço pago pelo ingresso.
Esse seu Francisco é danado, viu?
Antes que me crucifiquem: NÃO GOSTO de música sertaneja, o fato de ter gostado do filme não significa que eu tenha que gostar da música do Zezé Di Camargo. E nem que vá gostar daqui pra frente.
Respeito, mas não gosto.
New Order - Crystal
Hoje vou me matar. Veja só: empresto o cd-rw do Thyago e começa a tocar "Lucky" do Radiohead. Ligo a Accuradio e a primeira música a tocar é "Pyramid Song".
Isso é um sinal de que devo me matar? Radiohead, seguidamente, numa manhã de segunda-feira é meio complicado.
Quero morrer não, tio. Tô bem aqui.
Depois, tá?
***
Ontem eu e Aline vimos "2 Filhos de Francisco". Eu... gostei! Mentira, eu... adorei! Mentira... eu amei! Não farei nenhum post sobre o filme por um motivo grande e importante: tô com preguiça. Dois: há jornais falando sobre o assunto. Leiam.
Aliás, não leiam não, porque eu li tudo sobre esse filme e foi meio sem graça chegar no cinema e saber metade do que ia acontecer.
Vale o preço pago pelo ingresso.
Esse seu Francisco é danado, viu?
Antes que me crucifiquem: NÃO GOSTO de música sertaneja, o fato de ter gostado do filme não significa que eu tenha que gostar da música do Zezé Di Camargo. E nem que vá gostar daqui pra frente.
Respeito, mas não gosto.
New Order - Crystal escrito às 9:21 AM
Domingo, Setembro 04, 2005
Melhor conselheira não há
A: tô com uma complicaçao meio estranha na minha vida
B: que complicaçao?
A: o novo chefe de todos ta morto de a fim de mim..
B: e tu dele?
A: e pior q eu tô achando q eu tô tbm..
B: ahhahahaha ele é bonito pelo menos?
A: ahahahaha bah ele eh charmoso. normal, nem bonitooo nem feio
B: bahn
B: qual é o galho?
A: ele eh simplesmenteeeeee o chefe de todosss aqui, inclusive meu
B: oooooooooooh a., grandes coisa. se tu souber separar as coisas: nao tem tempo ruim
Ainda bem que nunca quis fazer Psicologia. Meus pacientes estariam lascados. hahah
Arto Lindsay - De lama Lamina
A: tô com uma complicaçao meio estranha na minha vida
B: que complicaçao?
A: o novo chefe de todos ta morto de a fim de mim..
B: e tu dele?
A: e pior q eu tô achando q eu tô tbm..
B: ahhahahaha ele é bonito pelo menos?
A: ahahahaha bah ele eh charmoso. normal, nem bonitooo nem feio
B: bahn
B: qual é o galho?
A: ele eh simplesmenteeeeee o chefe de todosss aqui, inclusive meu
B: oooooooooooh a., grandes coisa. se tu souber separar as coisas: nao tem tempo ruim
Ainda bem que nunca quis fazer Psicologia. Meus pacientes estariam lascados. hahah
Arto Lindsay - De lama Lamina escrito às 12:28 AM
Sábado, Setembro 03, 2005
Reino da Alegria
O Brasil é um país engraçado. Só aqui, no Reino da Alegria, um cara como o Ronaldo sai do zero, vira ídolo mundial, ganha rios de dinheiro e se torna amigo de pessoas do jet set (hahah!) como Luciano Huck, Álvaro Garnero e Ricardinho Mansur.
Se eu ganhar na Mega, eles vão ser meus amigos também? hahah Então, Thiago, Aline, Anna, Karen, vocês já sabem: quando eu ganhar na loteria nossa amizade acabou, porque eu vou ser amiga desse trio aí. :)
Quem foi que disse que dinheiro atrai dinheiro mesmo? Foi tu, Anna?
Tá, mas por que lembrei disso agora? É que anteontem (acho que foi, sei lá), eu estava numa sala de espera e lia umas revistas velhas tipo Caras na época da São Paulo Fashion Week e tinha uma foto do Ronaldo sentado com o Garnero e o Mansur. E o Huck entra na roda, porque ainda há pouco eu estava vendo a mensagem gravada pelo Felômeno pro aniversário do cara.
Uma coisa atrai a outra, é igual dinheiro.
John Mayer - Only Heart
O Brasil é um país engraçado. Só aqui, no Reino da Alegria, um cara como o Ronaldo sai do zero, vira ídolo mundial, ganha rios de dinheiro e se torna amigo de pessoas do jet set (hahah!) como Luciano Huck, Álvaro Garnero e Ricardinho Mansur.
Se eu ganhar na Mega, eles vão ser meus amigos também? hahah Então, Thiago, Aline, Anna, Karen, vocês já sabem: quando eu ganhar na loteria nossa amizade acabou, porque eu vou ser amiga desse trio aí. :)
Quem foi que disse que dinheiro atrai dinheiro mesmo? Foi tu, Anna?
Tá, mas por que lembrei disso agora? É que anteontem (acho que foi, sei lá), eu estava numa sala de espera e lia umas revistas velhas tipo Caras na época da São Paulo Fashion Week e tinha uma foto do Ronaldo sentado com o Garnero e o Mansur. E o Huck entra na roda, porque ainda há pouco eu estava vendo a mensagem gravada pelo Felômeno pro aniversário do cara.
Uma coisa atrai a outra, é igual dinheiro.
John Mayer - Only Heart escrito às 3:39 PM
Sexta-feira, Setembro 02, 2005
Finish him!
'Cabô a obra. Obrigada ao Google por ter achado esta página simpática, onde é possível downlodear simpáticos templates. Óbêvêamente, tive que mexer em algumas coisas, já que no template original no lugar deste singelo vermelho-menstruação, havia um monstruoso verde-limão-ai-meus-zói.
Agora a casa tá finalmente arrumada. Mas... algo me incomoda. Já sei, é a ausência do alinhamento justificado. Ah, mas tá bom, preguiça bateu, template fica assim mesmo.
Muito que bem (como dizem lá no Exército), então agora é hora de fazer algo mais produtivo que ficar em frente a este computador.
Dover - Far
'Cabô a obra. Obrigada ao Google por ter achado esta página simpática, onde é possível downlodear simpáticos templates. Óbêvêamente, tive que mexer em algumas coisas, já que no template original no lugar deste singelo vermelho-menstruação, havia um monstruoso verde-limão-ai-meus-zói.
Agora a casa tá finalmente arrumada. Mas... algo me incomoda. Já sei, é a ausência do alinhamento justificado. Ah, mas tá bom, preguiça bateu, template fica assim mesmo.
Muito que bem (como dizem lá no Exército), então agora é hora de fazer algo mais produtivo que ficar em frente a este computador.
Dover - Far escrito às 8:24 PM
Bruxo McCartney
Hoje de manhã, o Elvis (o nome dele é esse mesmo, não é sacanagem minha) me mandou um bootleg com o Paul mostrando, só mostrando, veja bem, para o George como deveria ser a melodia de "For No One" (do "Revolver", sim?). E o bruxo, sacana do Paul não mostrou a música exatamente como ela foi gravada?
Veja bem: o áudio era só do Macca dedilhando o violão e cantando a música perfeitamente. Era tipo: "Ei George, é assim que vamos fazer" e lá estava "For No One" prontíssima. Ele tinha tudo na cabeça, o tinhoso.
É por essas e outras que digo que esse homem é um bruxo.
E não, ele não morreu na época do "Abbey Road", o clone dele não faria isso.
Beatles - For No One
Hoje de manhã, o Elvis (o nome dele é esse mesmo, não é sacanagem minha) me mandou um bootleg com o Paul mostrando, só mostrando, veja bem, para o George como deveria ser a melodia de "For No One" (do "Revolver", sim?). E o bruxo, sacana do Paul não mostrou a música exatamente como ela foi gravada?
Veja bem: o áudio era só do Macca dedilhando o violão e cantando a música perfeitamente. Era tipo: "Ei George, é assim que vamos fazer" e lá estava "For No One" prontíssima. Ele tinha tudo na cabeça, o tinhoso.
É por essas e outras que digo que esse homem é um bruxo.
E não, ele não morreu na época do "Abbey Road", o clone dele não faria isso.
Beatles - For No One escrito às 2:58 PM
Caraio!
É foda, não dá pra confiar mesmo. Cara, é verdade mesmo. Tô besta aqui. Putaria do caralho com quem comprou o pacote. Da minha sala tinham uns e outros colegas que pagaram essa excursão.
Razão tinha a Drika, quando sugeri que comprássemos essa porcaria ainda no começo do ano: "Não confio nesse cara".
Ó, o resultado aí.
Ei Aline, esse doido não é da tua sala?
Los Hermanos - Primeiro Andar
É foda, não dá pra confiar mesmo. Cara, é verdade mesmo. Tô besta aqui. Putaria do caralho com quem comprou o pacote. Da minha sala tinham uns e outros colegas que pagaram essa excursão.
Razão tinha a Drika, quando sugeri que comprássemos essa porcaria ainda no começo do ano: "Não confio nesse cara".
Ó, o resultado aí.
Ei Aline, esse doido não é da tua sala?
Los Hermanos - Primeiro Andar escrito às 8:07 AM
Quinta-feira, Setembro 01, 2005
estamos em obras
ainda não tá no jeito. ainda tá muito largo essa parte dos posts.
saco.
agora sim. tá xuxu beleza. menos esse verde...
ainda vou limar esse verde daí. não gosto de verde. mas por hora, tá sucessinho.
falta uma figurinha. blog tem que ter figurinha, não tem jeito. vou ali tomar umas e pensar numa imagem.
ainda não tá no jeito. ainda tá muito largo essa parte dos posts.
saco.
agora sim. tá xuxu beleza. menos esse verde...
ainda vou limar esse verde daí. não gosto de verde. mas por hora, tá sucessinho.
falta uma figurinha. blog tem que ter figurinha, não tem jeito. vou ali tomar umas e pensar numa imagem.
escrito às 3:42 PM




