All things must pass

Sexta-feira, Novembro 18, 2005

The end has no end

Este blog acabou.

Não tem nenhuma explicação cabeça, só que deu no saco. Fiz isso aqui num momento que passava por várias confusões. Mas tudo se resolveu e perdeu o sentido manter um espaço chamado 'all things must pass'. Como sou viciada em blogs, abri outro há alguns dias. Para escrever umas besteiras e só.

Aos meus visitadores cativos Alice, Aline, Anna, Karen, Thiago, eis o endereço do Hysteria (é, por causa do Muse): http://hysteria.blogsome.com

A gente se vê por aí! :]

Terça-feira, Novembro 15, 2005

Gato do inferno
Ele não pára de encher a paciência chorando na minha janela. Não sei se está no cio, se sente fome, só sei que chora all nite long.

Pela primeira vez em muito tempo, tive vontade de exterminar um animal, mas esses olhos azuis são a salvação dele. Me fazem ficar com pena de mandar embora.

Sou pateta, eu sei, até os gatos percebem isso.

Kings Of Convenience - Cayman Islands
The weight of my words
there are very many things
I would like to say to you
but I've lost my way
and I've lost my words
there are very many places
I would like to go
but I can't find the key
to open my door

the weight of my words
you can't feel it anymore

there are very many ways
I would like to break the spell
you've cast upon me
'cause all the time I sacrificed myself
to make you want me
has made you haunt me


Música linda. A viagem foi bacana. Mesmo. Sempre acho bonito as casas de terra batida na estrada. A vida passa sem pressa. Sem computador, sem pressão, sem stress.

Nessas horas eu sinto inveja.

Domingo, Novembro 13, 2005

Blá
Odeio quando me falta inspiração nas horas que preciso escrever coisas bonitas.

É, voltei.

E sinto uma profunda inveja daquele pessoal de Marudá, que tem o mar como quintal.

Sexta-feira, Novembro 11, 2005

Zá venho
Vou bem ali em Marapanim rapidinho. Vou assistir um festival de Carimbó e na volta, escrever uns textos.

A viagem é rápida e eu devo estar de volta, no máximo, domingo à noite. Ainda preciso arrumar minha mochila, mas isso é rapidola. Umas três peças de roupas, escova de dente e a dupla Opti-Free + estojo de lentes já resolvem meu problema.

Só não posso esquecer meusóculuscuru.

Queens Of The Stone Age - No One Knows

Quinta-feira, Novembro 10, 2005

Tira esse cartão daquiiiiiiiiiiiiiiii
Resto de tarde batendo perna no comércio. Lá em baixo, como dizem os mais antigos. Minha preguiça me impediu de ir até o Castanheira, fui até a Marisa do comércio e bã, comprei uns troços. Depois tentativa #1 de comprar o ingresso. Antes, É CLARO, stress com o banco mais escroto do universo, o Bradesco. CLARO que o caixa eletrônico da frente do Iguatemi estava indisponível pra saque. Isso quer dizer que eu estava sem dinheiro, nem mesmo pra pagar a meia-passagem no ônibus. Fui até a loja da TIM no supracitado shopping (adoro quando consigo empregar essa palavra) e descobri que os ingressos já estavam esgotados.

Desisti em parte. Fui até aquela sapataria, Paraibana. Deixei meu preconceito de lado e em nome da economia, entrei lá e não me decepcionei. Aceitava Visa Electron e a máquina não estava com problema, fato que sempre acontece quando utilizo o serviço de débito automático. Depois de alguma enrolação, escolhi uma sandália para o casamento da Luciana, ixprimentei, gostei e paguei.

Uma nota interessante sobre essa loja. Ao contrário de estabelecimentos como Epidemia Shoes, Datelli, City Shoes e outras lojas frescas do gênero, os vendedores não ficam te olhando como se estivessem te fazendo um favor e nem ficam tentando puxar assunto para obter a tua simpatia (me ocorreu que deveriam criar uma comuna no Orkut, algo como 'Odeio papo de vendedores de shopping'). A vendedora não ficou fazendo tipo, nem me adulando. Ótimo. Três estrelinhas pra ela, já diria minha chefe.

Depois de conseguir cumprir esta tarefa, rumei para outra loja da TIM. Ingressos esgotados também. Desejando que o show seja uma merda, já que não irei hohoho, decidi voltar pra casa. Ah rá! Mas eu não tinha dinheiro, lembra? Algum dia, alguém chamado mamãe disse que era melhor andar com pouco dinheiro, que 'se temos cartão de crédito, pra quê pagar as coisas em cash?'. A besta aqui acreditou e não tinha como voltar pra casa. Só faltei sentar no meio da rua e revirar toda minha bolsa atrás de míseros 60 centavos. E nada. Até que uma lâmpada se iluminou em minha cabeça e veio a conclusão: "Eeei, mas eu trabalho aqui perto, lá tem caixa". Rumei pro trabalho, mas no meio do caminho outra lâmpada: "Eeeei, mas ali tem um Bradesco" e tcharã, dinheiro.

Resultado: não vou pro show e estou um pouquinho endividada. Ao menos não tive que pedir esmola na rua pra voltar pra casa. Afinal, a idéia de andar mais de 10 quarteirões até aqui não me agrada. Já tinha até ensaiado um texto pra abordar as pessoas. hoho

Abaixo o resultado da minha saída:


Wilco - Hummingbird
Vai, compra, compra
A melhor coisa da desesperança é achar uma luz (que não seja a de um trem) no fim do túnel. Ainda agora eu estava lutando contra meu espírito consumista e pensando que não poderia gastar uma grana hoje. Só dava pra comprar o ingresso pro Encontros TIM (Barão Vermelho + Ney Matogrosso + Zélia Duncan), mas eu queeeeeeeeria comprar uma roupitcha também.

Mas aí, lembrei que, a long, long time ago, minha irmã me presenteou com um cartão adicional da Marisa (de mulher pra mulher, literalmente) e bã... lá vou eu gastar.

Eu tinha que ganhar na Sena. Acabava com essa pobreza logo.

Ó, Deus.

Só um adendo: a minha irmã é tão boazinha, que estou aqui cruzando os dedos para que a chapa da qual ela faz parte, ganhe as eleições do Centro Acadêmico de Direito Orlando Bitar (Cadob).
Loud as you can
Empty souls will leave their homes
To find a place where they're alone
Rattling memories and hollow bones
Leaves a taste so bitter and cold


Vou pedir pra Papai Noel: traga os comunistas do Manic Street Preachers ao Brasil. Faça-me feliz. :]

Terça-feira, Novembro 08, 2005

Quem sabe...
No Orkut já começam a especular sobre as atrações do TIM Festival de 2006. Um dos cotados pelo público é o Manic Street Preachers. E como eu sou absolutamente apaixonada por eles, proponho a encheção de saco em massa. E-mails para os curadores do evento são uma boa idéia.

Tendo Manics, eu não pensarei duas vezes e irei ao festival. ;]

Manic Street Preachers - Motorcycle Emptiness
Paciência acaba, sabe?
Não tive paciência de ver o Lula falar até o final do Roda Viva. Não deu, assisti 90% do programa. O sujeito simplesmente não respondeu nada, arrudiô, arrudiô e nada. E a arrogância, hein? Extrapolou o limite do aceitável. E olha que o arrogante era FHC.

Quando perguntado sobre meio ambiente, outra arrudiada. E foi assim o programa todo. Existência do Mensalão? 'Não tem nada provado', está convicto, inclusive. Esses argumentos de que 'nada foi provado, vamos esperar os resultados da CPI' são uma piada, conversa pra boi dormir mesmo.

Ah, e ele se cansa também. Tem dias que não agüenta a si próprio. Eu e toda torcida de Remo e Paysandu também. Bem como, não agüentamos mais a paralisia governamental desde que essa crise estourou. Paralisia esta que já vem de bem antes, que só foi agravada com as denúncias.

Fico cá pensando. Depois de FHC, Lula... O que vem por aí? Aécio Neves? Serra? Alckmin? Agora sim, eu tenho medo.

Domingo, Novembro 06, 2005

Certas coisas são constrangedoras
Ainda agora me liga minha mãe, estava na rua, para me perguntar uma amenidade. Ela desliga, menos de um minuto depois, toca o telefone novamente. Atendo, é uma tia. "Oi, é a fulana", "Oi, tia, diga", "Te amo" e eu "Ah, tá, obrigada".

Constrangedor...! Nem temos muito contato.

Me senti a pior pessoa do mundo, porque não tinha uma palavra melhor que 'ah, tá, obrigada' para retribuir.

Sou uma ogra.

Sexta-feira, Novembro 04, 2005

Folgar numa sexta-feira...
está entre aquelas coisas que deveriam colocar na propaganda da Mastercard como: 'não tem preço'.

Melhor coisa não há.

E eu nem acredito que o fim do ano tá chegando. Vou ter férias novamente e vão ser só mais 12 meses me separando do meu diploma.

Lado 2 Estéreo - Pimenta Corp.
Micro cuts
Novela mobiliza brasileiro mesmo. A gente não vê a história durante os oito meses em que ela se impõe diariamente a partir as 9 nas tv's. Mas a última semana é sagrada.

Engraçadíssimo o povo (eu junto, claro) na universidade ligado nas duas televisões do átrio. Todo mundo babando pra Sol e o Ed se encontrando. Eis que chega um verdinho e desliga as tv's. Vaias. Povo corre pra sala de atendimento que nunca recebeu tanto aluno para sentar naquelas cadeiras verdes.

Só tenho uma dúvida: que fim deram pra Creuza? Afinal, ela sumiu depois que apanhou da Dona Diva. Mas concordo com a Drika, que um final bacana seria a Creuza rodando bolsinha na Lapa.

Muse - Bliss

Quarta-feira, Novembro 02, 2005

Coisa mais bonita...
é ver minha pasta com discos do Chico crescendo, crescendo, crescendo. Tamanho? 1.97 GB. Agora só faltam os discos dos anos 80. As gravações dos anos 60, 70, 90 e dos 00 já são minha propriedade. hoho

Mamãe vai ficar orgulhosa quando souber.

Chico Buarque - Lígia
Já quero
Esse comercial da linha Seda com Look What You've Done, do Jet, é novo?

Pelo menos não foi ilusão minha. Drika e Thyago viram também. Não tô doida.

Já gostei. Aliás, adorei.

Keane - Something In Me Was Dying

Terça-feira, Novembro 01, 2005

Vou já cortar meus pulsos
Esses dias vi uns quatro ou cinco blogs, cujos donos reclamavam da mudança no sabor da Coca Light. Aí ainda agora fui lanchar e só tinha... Coca Light. Justo o refrigerante que mais odeio.

Então fiquei pensando que deveriam limar a Coca Light pra sempre de todas as prateleiras do universo. Assim me pouparia de ter de toma-la, já que minha família parece adorar esse líquido sem graça.

Melhor frase foi ontem de um amigo: "Eu quero mais é que a Coca Light se exploda. Refrigerante ruim do capeta!!!"

Assim bem radical.

Muse - Apocalypse Please